Hospital de Kiri
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Hospital de Kiri

Sendo o Mizukage um ninja médico, era de se esperar que o hospital da Vila fosse algo que chamasse a atenção. Estando exatamente no centro da Ilha, o hospital possui um enorme relógio silencioso que pode ser visto de todas as direções. O hospital conta com inúmeros quartos e salas de emergência. Sua recepção é espaçosa e existem vários bancos por todo o local.
No andar mais baixo, abaixo do térreo, fica o necrotério, onde os corpos dos mortos ficam para análises e estudos.
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"Sozinha, uma gota d'água não passa de uma gota d'água. Porém quando unidas, podem formar o oceano."
"You've thrown it all away! Dreams don't come true when you're dead!"

Rakugetsu Leon- Shodaime Mizukage

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Re: Hospital de Kiri
* Leon havia acabado de ter o segundo contato com os primeiros alunos de Kiri. Eles eram bem interessantes, com poderes distintos e mentes diferentes. Ter recolhido eles pelo mundo se mostrou uma boa opção. Agora ele andava calmamente pelas ruas de Kiri em direção ao hospital. O vento salgado que soprava pelo local moveu alguns fios dos seus cabelos, retirando parte do calor que a Ilha costumava apresentar. *
” A escolha dessa ilha foi perfeita. Névoa somente em parte do ano, no resto sol, chuva e tudo mais. Mas uma das melhores coisas dessa ilha, além da sua localização, é essa minha obra prima. Esse hospital tem tudo o que eu queria. “
* Um sorriso se disfarçou nos lábios do Mizukage enquanto ele admirava o hospital que parecia crescer conforme ele se aproximava. Sentia-se bem sempre que observava o hospital, grande parte dos seus problemas sumia assim que o via. Seus pés conheciam aquele caminho de cor, uma vez que ele acompanhou minuciosamente cada tijolo colocado nessa construção. Assim ele se aproximou da sala de entrada, a porta automática se abriu rapidamente para a sua passagem. A atmosfera mais fria que o normal ali dentro trazia uma sensação de calma para o corpo quente do Kage. As pessoas na sala de espera sorriram ao ver a aproximação dele e o cumprimentaram com a cabeça. Sinal respondido pelo mesmo com um olhar carinhoso e um aceno de cabeça menos aparente. Chegou ao galpão, onde uma enfermeira correu ao seu encontro com uma prancheta e um avental branco. Nas costas do avental o símbolo de Kiri em azul quebrava a sensação monocromática da veste. Ele coloca a longa trança para dentro do avental enquanto analisava rapidamente os papéis. *
”Nada muito interessante...Vamos lá...”
* Leon respirou fundo e se virou para as pessoas na sala de espera. Fechou os olhos por alguns segundos antes de levar a mão direita á frente da boca, tossindo ruidosamente. O silêncio que já existia, se tornou mais profundo, de modo que somente os insetos eram os causadores dos ruídos. A voz de Leon soou como a de um líder, forte e imparcial. *
– Muito bem. Senhora Denia, siga para o quarto noventa e sete na ala F. Senhor Jun, siga para o quarto cento e sessenta e oito na ala H. Senhores Fland, Uly e Omade, para a ala C para o quarto vinte e três. Senhoras July, Helena, Pamela, Ina e Andreia, sigam para a ala A no quarto sete. Demeter, Paulo, Alexia e Flávia, me acompanhem á sala dois. Os outros serão atendidos em breve. Esperem alguns minutos que alguma enfermeira irá lhes guiar. Tenham uma ótima tarde.
* Leon sorriu para os presentes, virando-se para o balcão novamente e colocando a prancheta sobre esta. Ele já havia decorado tudo o que se encontrava naquelas folhas e sabia como tratar exatamente cada uma delas. Seguiu na frente dos seus quatro pacientes, sendo que os seus passos eram os que criavam um eco maior no corredor branco. Não andou muito até que se virou para a direita e abriu uma das portas, abrindo passagem para que os quatro entrassem. Assim eles o fizeram, passando pela porta e parando no meio da sala. Leon entrou fechando a porta atrás de si em silêncio. Na sala haviam quatro camas com lençóis brancos esticados e travesseiros fofos. Enquanto o médico se dirigia á única mesa da sala, sua voz ecoou gentil no ouvido dos presentes. *
- Sentem-se cada um numa cama e fiquem á vontade, estarei com vocês em pouco tempo.
” A escolha dessa ilha foi perfeita. Névoa somente em parte do ano, no resto sol, chuva e tudo mais. Mas uma das melhores coisas dessa ilha, além da sua localização, é essa minha obra prima. Esse hospital tem tudo o que eu queria. “
* Um sorriso se disfarçou nos lábios do Mizukage enquanto ele admirava o hospital que parecia crescer conforme ele se aproximava. Sentia-se bem sempre que observava o hospital, grande parte dos seus problemas sumia assim que o via. Seus pés conheciam aquele caminho de cor, uma vez que ele acompanhou minuciosamente cada tijolo colocado nessa construção. Assim ele se aproximou da sala de entrada, a porta automática se abriu rapidamente para a sua passagem. A atmosfera mais fria que o normal ali dentro trazia uma sensação de calma para o corpo quente do Kage. As pessoas na sala de espera sorriram ao ver a aproximação dele e o cumprimentaram com a cabeça. Sinal respondido pelo mesmo com um olhar carinhoso e um aceno de cabeça menos aparente. Chegou ao galpão, onde uma enfermeira correu ao seu encontro com uma prancheta e um avental branco. Nas costas do avental o símbolo de Kiri em azul quebrava a sensação monocromática da veste. Ele coloca a longa trança para dentro do avental enquanto analisava rapidamente os papéis. *
”Nada muito interessante...Vamos lá...”
* Leon respirou fundo e se virou para as pessoas na sala de espera. Fechou os olhos por alguns segundos antes de levar a mão direita á frente da boca, tossindo ruidosamente. O silêncio que já existia, se tornou mais profundo, de modo que somente os insetos eram os causadores dos ruídos. A voz de Leon soou como a de um líder, forte e imparcial. *
– Muito bem. Senhora Denia, siga para o quarto noventa e sete na ala F. Senhor Jun, siga para o quarto cento e sessenta e oito na ala H. Senhores Fland, Uly e Omade, para a ala C para o quarto vinte e três. Senhoras July, Helena, Pamela, Ina e Andreia, sigam para a ala A no quarto sete. Demeter, Paulo, Alexia e Flávia, me acompanhem á sala dois. Os outros serão atendidos em breve. Esperem alguns minutos que alguma enfermeira irá lhes guiar. Tenham uma ótima tarde.
* Leon sorriu para os presentes, virando-se para o balcão novamente e colocando a prancheta sobre esta. Ele já havia decorado tudo o que se encontrava naquelas folhas e sabia como tratar exatamente cada uma delas. Seguiu na frente dos seus quatro pacientes, sendo que os seus passos eram os que criavam um eco maior no corredor branco. Não andou muito até que se virou para a direita e abriu uma das portas, abrindo passagem para que os quatro entrassem. Assim eles o fizeram, passando pela porta e parando no meio da sala. Leon entrou fechando a porta atrás de si em silêncio. Na sala haviam quatro camas com lençóis brancos esticados e travesseiros fofos. Enquanto o médico se dirigia á única mesa da sala, sua voz ecoou gentil no ouvido dos presentes. *
- Sentem-se cada um numa cama e fiquem á vontade, estarei com vocês em pouco tempo.
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Re: Hospital de Kiri
* Leon estava sentado na sua cadeira no hospital quando uma das suas harpias pousou na janela. Em seguida veio outra harpia. O médico respirou fundo enquanto os pacientes o olhavam curiosos. As harpias o olharam e lhe entregaram dois pergaminhos. Ele os desenrolou um por vez, o primeiro vinha de um gennin de Ame á procura de treino. O segundo vinha do Raikage. Depois de ler, Leon soltou um suspiro e pegou uma caneta de pena e duas folhas de papel na sua gaveta. Respondeu aos pergaminhos em poucas e rápidas palavras, porém, de modo que não ficasse nenhuma dúvida. Em seguida, entregou as suas respostas para as respectivas harpias. *
- Muito obrigado. Peço que mandem essas respostas para os mesmos locais que vieram.
* As duas moveram as cabeças em consentimento e voaram pela janela para o lindo céu azul. Leon se levantou e caminhou até os pacientes com calma e um sorriso. Ele se aproximou de Demeter e lhe tocou abaixo da caixa torácica com dois dedos. Ela respirou fundo por alguns instantes e depois voltou ao normal. Ela parecia aliviada. Em seguida, Leon se aproximou de Paulo e retirou três agulhas do bolso. Espetou-as pelo pescoço dele e em poucos segundo ele desmaiou. Alexia teve a sua perna movida bruscamente para o lado, fazendo-a soltar um alto grito. Em seguida o médico a ajudou a descer da cama e ela percebeu não sentir mais dores. Por fim, Leon entregou um frasco para Flávia e lhe indicou como tomar o conteúdo. Os três pacientes saíram da sala e Leon se aproximou de Paulo, tirando as agulhas do seu pescoço. Não demorou mais de dois segundos para que ele acordasse novamente. Leon lhe indicou a saída. *
”Não vou pessoalmente me encontrar com Izanagi. Preciso acordar alguns clones meus. “
* Leon avisou a recepcionista por interfone que não iria mais atender ninguém hoje. Então ele respirou fundo e caminhou até a sua mesa. Ao tocá-la, o tampão se abriu revelando uma tela com mapas de salas. Nas salas diversos símbolos apareciam, Leon tocou alguns deles com movimentos precisos dos seus dedos. *
” Isso deve bastar. Liberar dois clones meus e dois clones aleatórios. Já enviei instruções para o que devem fazer. Agora é só esperar. “
* Leon respirou fundo novamente, encostou na tela e o tampão cobriu-o novamente. Uma brisa passou pela janela movendo o cabelo do médico, o qual estava perdido em pensamentos. Teria de bolar os seus próximos passos, tinha muita coisa no que pensar. *
- Muito obrigado. Peço que mandem essas respostas para os mesmos locais que vieram.
* As duas moveram as cabeças em consentimento e voaram pela janela para o lindo céu azul. Leon se levantou e caminhou até os pacientes com calma e um sorriso. Ele se aproximou de Demeter e lhe tocou abaixo da caixa torácica com dois dedos. Ela respirou fundo por alguns instantes e depois voltou ao normal. Ela parecia aliviada. Em seguida, Leon se aproximou de Paulo e retirou três agulhas do bolso. Espetou-as pelo pescoço dele e em poucos segundo ele desmaiou. Alexia teve a sua perna movida bruscamente para o lado, fazendo-a soltar um alto grito. Em seguida o médico a ajudou a descer da cama e ela percebeu não sentir mais dores. Por fim, Leon entregou um frasco para Flávia e lhe indicou como tomar o conteúdo. Os três pacientes saíram da sala e Leon se aproximou de Paulo, tirando as agulhas do seu pescoço. Não demorou mais de dois segundos para que ele acordasse novamente. Leon lhe indicou a saída. *
”Não vou pessoalmente me encontrar com Izanagi. Preciso acordar alguns clones meus. “
* Leon avisou a recepcionista por interfone que não iria mais atender ninguém hoje. Então ele respirou fundo e caminhou até a sua mesa. Ao tocá-la, o tampão se abriu revelando uma tela com mapas de salas. Nas salas diversos símbolos apareciam, Leon tocou alguns deles com movimentos precisos dos seus dedos. *
” Isso deve bastar. Liberar dois clones meus e dois clones aleatórios. Já enviei instruções para o que devem fazer. Agora é só esperar. “
* Leon respirou fundo novamente, encostou na tela e o tampão cobriu-o novamente. Uma brisa passou pela janela movendo o cabelo do médico, o qual estava perdido em pensamentos. Teria de bolar os seus próximos passos, tinha muita coisa no que pensar. *
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Re: Hospital de Kiri
Seguiram caminho silenciosamente pelas misteriosas ruas daquela vila. Estava calma como era normal àquela hora da manhã. Ainda não queria acreditar que a fizeram sair do quarto de madrugada para ir ter aulas sobre um assunto do qual já tinha conhecimento, ainda por cima obrigando-a a fazer investigação sobre a mesma coisa. A passos pequenos, fazendo ressoar o som de madeira na pedra das suas pequenas sandálias numa melodia monótona como o seu sentimento pelo dia que estava a viver, avançou perto de Ren em direcção ao hospital. Sorriu levemente ao lembrar-se das poucas vezes que ali fora parar, o seu corpo frágil já a traira por muitas vezes, mas sempre arranjou forças para continuar e resistir às suas fraquezas, o próprio Mizukage a ajudara por vezes mesmo que não tenha valorizado esse acto.
Mais um impunente edifício, de facto quem construira aquela vila adorava locais magestosos, pena que pelas suas sombras apenas tornassem aquele local solarengo em ruas sombrias e frias. Olhou para o relogio no exterior, ainda tinham muito tempo até à hora de entrega, por isso o horário não seria um obstáculo.
Entraram ambos porta dentro daquele hospital, onde se depararam na já conhecida recepção por parte de Yuki. Esta tentou fazer um ar o mais infantil e amistoso possível, desta forma era raro alguém lhe dizer a palavra não. Sorriu para a mulher que estava no atendimento, colocando-se em bicos dos pés e debruçando-se sobre a bancada olhando no rosto da receptionista amigavelmente.
- Enfermeira-san! -Chamou num tom falsamente ingénuo. - Viemos ver o Mizukage-Sama, é muito importante! Será que nos podia dizer onde este está?
Sem esperar a resposta a criança saltitou até ao corredor começando a abrir várias portas e chamando o nome de de Leon a cada uma delas. Não gostava de agir assim, mas quanto mais infantil fosse mais atenção e bom tratamento lhe davam, foi algo que aprendeu desde cedo naquele orfanato e que sempre usara em seu beneficio.
Mais um impunente edifício, de facto quem construira aquela vila adorava locais magestosos, pena que pelas suas sombras apenas tornassem aquele local solarengo em ruas sombrias e frias. Olhou para o relogio no exterior, ainda tinham muito tempo até à hora de entrega, por isso o horário não seria um obstáculo.
Entraram ambos porta dentro daquele hospital, onde se depararam na já conhecida recepção por parte de Yuki. Esta tentou fazer um ar o mais infantil e amistoso possível, desta forma era raro alguém lhe dizer a palavra não. Sorriu para a mulher que estava no atendimento, colocando-se em bicos dos pés e debruçando-se sobre a bancada olhando no rosto da receptionista amigavelmente.
- Enfermeira-san! -Chamou num tom falsamente ingénuo. - Viemos ver o Mizukage-Sama, é muito importante! Será que nos podia dizer onde este está?
Sem esperar a resposta a criança saltitou até ao corredor começando a abrir várias portas e chamando o nome de de Leon a cada uma delas. Não gostava de agir assim, mas quanto mais infantil fosse mais atenção e bom tratamento lhe davam, foi algo que aprendeu desde cedo naquele orfanato e que sempre usara em seu beneficio.
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Re: Hospital de Kiri
* Leon lia os documentos que lhe foram entregues, como de costume ele passava o olho por eles com incrível rapidez. Estava sentado atrás da sua mesa de forma que podia virar de lado e observar a natureza do fora do hospital. E foi o que fez, vendo dois pequenos a correr para a grande construção. Estranhamente nenhum deles tinha sequer ferimentos ou doenças, percebeu após uma análise profunda da movimentação de ambos. *
“Como será que os outros estão se saindo na academia? “
* Levantou-se e se espreguiçou lentamente, fora o tempo suficiente para ouvir se nome sendo chamado em alto e bom tom. Era Yuki a chamá-lo, o que fez com que ele fosse diretamente para a porta. Percebeu a pequena e a chamou com uma voz suave enquanto com a mão acenava para que ela se aproximasse. Percebeu logo atrás o garoto Ren. *
- Façam silêncio os dois. As pessoas que aqui estão precisam de descanso. Venham, podem vir para esta sala falar comigo.
* Realmente falar com o Mizukage era fácil demais, o que ficou incomodando a mente de Leon por alguns segundos. Ele entrou e deixou a porta aberta para os dois entrarem. Em seguida ele voltou a se sentar na sua cadeira atrás da sua grande mesa. *
– Fechem a porta e podem se sentar nas camas. No que posso ajudá-los?
“Como será que os outros estão se saindo na academia? “
* Levantou-se e se espreguiçou lentamente, fora o tempo suficiente para ouvir se nome sendo chamado em alto e bom tom. Era Yuki a chamá-lo, o que fez com que ele fosse diretamente para a porta. Percebeu a pequena e a chamou com uma voz suave enquanto com a mão acenava para que ela se aproximasse. Percebeu logo atrás o garoto Ren. *
- Façam silêncio os dois. As pessoas que aqui estão precisam de descanso. Venham, podem vir para esta sala falar comigo.
* Realmente falar com o Mizukage era fácil demais, o que ficou incomodando a mente de Leon por alguns segundos. Ele entrou e deixou a porta aberta para os dois entrarem. Em seguida ele voltou a se sentar na sua cadeira atrás da sua grande mesa. *
– Fechem a porta e podem se sentar nas camas. No que posso ajudá-los?
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Re: Hospital de Kiri
As atitudes que a rapariga tinha tomado no hospital tinham sido algo que Ren achara hilariante. Esta comportara-se de modo infantil e ingénuo para que encontrassem Leon mais depressa, mas o que o surpreendera fora que de facto a estratégia resultara. Finalmente estava novamente frente a frente com o líder da vila de Kiri. Este pedira para se manterem em silêncio e o seguirem para o interior da sala onde poderiam falar. Ren fora o ultimo a entrar na sala fechando a porta atrás de si. Em vez de se sentar na cama este esticara-se por completo. A sua mente encontrava-se a processar toda a duvidas que tinha e todas as questões que só aquela pessoa que se encontrava perante ele. Começando em seguida o questionário
- Primeiro de tudo como é que eu vim parar a este sítio? Pois não tenho nenhuma lembrança deste sítio para além de hoje. Outra das coisas que me intrigou foi hoje pela manhã quando ia a sair do nosso quarto, você tossiu e nesse local quando ia a sair deparei-me com uma gota de sangue. - Não poderia revelar a real razão que o levara a descobrir o sangue no chão pelo menos não para já. - E em último lugar qual é o real uso dos objectos que nos deu quando nos visitou? - Tudo tinha sido proferido com enorme velocidade mas apesar de tudo a sua voz era clara.
Assim que fizera todas as perguntas que para já gostaria de ver respondidas fixara os seus olhos verdes em Yuki e posteriormente em Leon enquanto aguardava uma resposta.
- Primeiro de tudo como é que eu vim parar a este sítio? Pois não tenho nenhuma lembrança deste sítio para além de hoje. Outra das coisas que me intrigou foi hoje pela manhã quando ia a sair do nosso quarto, você tossiu e nesse local quando ia a sair deparei-me com uma gota de sangue. - Não poderia revelar a real razão que o levara a descobrir o sangue no chão pelo menos não para já. - E em último lugar qual é o real uso dos objectos que nos deu quando nos visitou? - Tudo tinha sido proferido com enorme velocidade mas apesar de tudo a sua voz era clara.
Assim que fizera todas as perguntas que para já gostaria de ver respondidas fixara os seus olhos verdes em Yuki e posteriormente em Leon enquanto aguardava uma resposta.
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Re: Hospital de Kiri
* Leon respirou fundo assim que o menino terminou de falar, em seguida se levantou e caminhou até entre as camas que os dois haviam escolhido. Seus olhos miraram Yuki e em seguida se voltaram para Ren. Ajeitou o próprio cabelo para trás das orelhas e os enrolou, deixando-o solto nas costas em seguida. Por fim, encostou-se levemente na cama onde Ren estava. *
– Muitas perguntas para alguém tão jovem. E muitas outras ainda estão por surgir. Como me perguntou sem se preocupar com a presença da jovem, acredito que não terá problema nela ouvir as respostas. Antes de vir construir Kiri, eu vivia em Konoha com o meu clã, os Rakugetsus. Eles me veneravam como o Filho da Lua, a entidade maior do clã. Porém eu fui pego numa armadilha e todos eles foram mortos ou estão espalhados pelo mundo. Com os meus poderes, dediquei-me á procurá-los e acredite que consegui achar muitos ainda com vida. Outros não tiveram a mesma sorte.
* Leon olhava para a janela como se pudesse ver as cenas do seu passado, uma a uma. Seus olhos não tinham foco, porém o seu corpo estava um pouco tenso. Sem nenhum aviso ele virou a sua cabeça novamente para o menino, seu olhar estava sério e tenso.*
– Numa dessas buscas eu me deparei com uma vila completamente dizimada. Pelas informações que obtive era uma pequena vila de pessoas que veneravam a Lua e a noite. Senti-me mau por pessoas que nem sequer eu conhecia. Vi corpos espalhados por toda a parte, todos sem vida. Porém um deles ainda estava com batimentos cardíacos. Eu o peguei nos braços, porém havia muito sangue e um enorme ferimento na cabeça. Não pude te deixar lá e por isso te trouxe para Kiri. Não sei quem dizimou a sua antiga Vila, Ren, porém tenho minhas suspeitas. Eu sinto muito.
* Leon respirou fundo como se tirasse um peso dos seus ombros, em seguida ele se levantou e caminhou novamente até a sua mesa, encostando-se nela desta vez. Sua voz adquiriu um tom mais leve. *
– Aquela gota de sangue deve ter caído de um dos meus instrumentos. Eu tinha acabado de fazer uma operação importante e sai correndo para falar com vocês. Me desculpe se isso te incomodou. E por último sobre os objetos. Considere-os presentes de boas vindas. O real uso irão descobrir no momento certo.
* Leon deu um pequeno sorriso e tombou a cabeça levemente para a direita.Em seguida deu a volta em sua mesa e abriu uma das gavetas, retirando uma garrafa e três copos. *
– Aceitam um copo de água? Mais alguma pergunta? Por falar nisso, vocês não deveriam estar na Academia?
– Muitas perguntas para alguém tão jovem. E muitas outras ainda estão por surgir. Como me perguntou sem se preocupar com a presença da jovem, acredito que não terá problema nela ouvir as respostas. Antes de vir construir Kiri, eu vivia em Konoha com o meu clã, os Rakugetsus. Eles me veneravam como o Filho da Lua, a entidade maior do clã. Porém eu fui pego numa armadilha e todos eles foram mortos ou estão espalhados pelo mundo. Com os meus poderes, dediquei-me á procurá-los e acredite que consegui achar muitos ainda com vida. Outros não tiveram a mesma sorte.
* Leon olhava para a janela como se pudesse ver as cenas do seu passado, uma a uma. Seus olhos não tinham foco, porém o seu corpo estava um pouco tenso. Sem nenhum aviso ele virou a sua cabeça novamente para o menino, seu olhar estava sério e tenso.*
– Numa dessas buscas eu me deparei com uma vila completamente dizimada. Pelas informações que obtive era uma pequena vila de pessoas que veneravam a Lua e a noite. Senti-me mau por pessoas que nem sequer eu conhecia. Vi corpos espalhados por toda a parte, todos sem vida. Porém um deles ainda estava com batimentos cardíacos. Eu o peguei nos braços, porém havia muito sangue e um enorme ferimento na cabeça. Não pude te deixar lá e por isso te trouxe para Kiri. Não sei quem dizimou a sua antiga Vila, Ren, porém tenho minhas suspeitas. Eu sinto muito.
* Leon respirou fundo como se tirasse um peso dos seus ombros, em seguida ele se levantou e caminhou novamente até a sua mesa, encostando-se nela desta vez. Sua voz adquiriu um tom mais leve. *
– Aquela gota de sangue deve ter caído de um dos meus instrumentos. Eu tinha acabado de fazer uma operação importante e sai correndo para falar com vocês. Me desculpe se isso te incomodou. E por último sobre os objetos. Considere-os presentes de boas vindas. O real uso irão descobrir no momento certo.
* Leon deu um pequeno sorriso e tombou a cabeça levemente para a direita.Em seguida deu a volta em sua mesa e abriu uma das gavetas, retirando uma garrafa e três copos. *
– Aceitam um copo de água? Mais alguma pergunta? Por falar nisso, vocês não deveriam estar na Academia?
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Re: Hospital de Kiri
Yuki enroscou-se na cama ao instalar-se nesta. Os lençóis brancos desta eram bem mais confortáveis que os da sua cama e àquela hora da manhã aquilo trazia-lhe uma certa vontade de repousar. Vontade essa que se desvaneceu parcialmente ao ouvir a conversa entre os outros dois presentes. Então aquele rapaz fez parte de um cenário de guerra. Mas seria isso verdade, ou um motivo para tornar aquele rapaz em um mercenário para a sua vila? Perferiu não dizer nada, não era nada consigo e preferia esperar para ver os resultados daquela situação escutando então o que o Mizukage teria a dizer das outras perguntas do menino.
Fraziu o sobrolho ao escutar a ultima afirmação de Leon, não o tinha observado atentamente porém não vira nenhuma réstea de sangue nas suas vestes logo de manha, e isso era algo que se notava logo. Novamente preferiu não dizer nada, apenas desconfiando mais das palavras do Filho da Lua e perguntando-se se valeria mesmo a pena saber as respostas às suas perguntas.
Anuiu negativamente ao copo de água, tinha um certo receio de aceitar o que quer que fosse em um hospital, pois muitas vezes nada era o que parecia. Levantou então um pouco a cabeça esfregando o olho com as costas da mão num gesto ligeiramente felino e olhou nos olhos de Leon falando-lhe pela primeira vez naquele quarto.
- Estamos a fazer um trabalho de campo, está já terminado. - Indicou mostrando as suas notas no pergaminho. - Tenho sim algumas dúvidas. Porque é que de um dia para o outro estou obrigada a ter aulas na academia shinobi? O Mizukage-sama deveria saber melhor que ninguém que eu não tenho condições para lutar. Para mais quem é toda esta gente? Eu nunca os vi não percebo de onde vieram e muitos são gente estranha. E não não gostaria que me falasse das minhas origens nem de como me encontrou, é algo que prefiro manter na ignorância.
Fraziu o sobrolho ao escutar a ultima afirmação de Leon, não o tinha observado atentamente porém não vira nenhuma réstea de sangue nas suas vestes logo de manha, e isso era algo que se notava logo. Novamente preferiu não dizer nada, apenas desconfiando mais das palavras do Filho da Lua e perguntando-se se valeria mesmo a pena saber as respostas às suas perguntas.
Anuiu negativamente ao copo de água, tinha um certo receio de aceitar o que quer que fosse em um hospital, pois muitas vezes nada era o que parecia. Levantou então um pouco a cabeça esfregando o olho com as costas da mão num gesto ligeiramente felino e olhou nos olhos de Leon falando-lhe pela primeira vez naquele quarto.
- Estamos a fazer um trabalho de campo, está já terminado. - Indicou mostrando as suas notas no pergaminho. - Tenho sim algumas dúvidas. Porque é que de um dia para o outro estou obrigada a ter aulas na academia shinobi? O Mizukage-sama deveria saber melhor que ninguém que eu não tenho condições para lutar. Para mais quem é toda esta gente? Eu nunca os vi não percebo de onde vieram e muitos são gente estranha. E não não gostaria que me falasse das minhas origens nem de como me encontrou, é algo que prefiro manter na ignorância.
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Re: Hospital de Kiri
* Leon levou o copo aos lábios enquanto a menina tomou o controle da conversa. A água lhe parecia mais fresca que o normal, deveriam ter colocado algumas gotas de limão como ele ordenou. Descansou o copo sobre a mesa tendo o cuidado de usar o dedo mindinho como amortecedor para que o barulho fosse mínimo, se não nulo. Por fim, olhou para Yuki sério novamente. *
– Ninguém é obrigado a nada em Kiri. Se não quiseres ir ás aulas, ninguém a obrigará. E sim, sei que não tens as condições ideais para lutar, porém nem todos os ninjas se baseiam totalmente no seu físico. Yuki, sei que não tens vontade de se tornar uma kunoichi, porém você deve aprender a se defender. Como já disse, ninguém é obrigado a nada, a vida é cheia de escolhas. A minha escolha foi esta: começar Kiri do zero. Todas aquelas crianças que vocês conheceram hoje, são crianças sem pais. Eu as trouxe para Kiri sem o seus consentimentos e por isso permito que partam assim que desejarem. Porém eu as trouxe para cá, para que tenham uma chance de crescer sabendo se defender e cercadas de gente que pode amá-las. Pessoas que possam chegar a chamar de família.
* Leon sabia que provavelmente o achariam piegas ou até mesmo falso, porém não se importava. Claro que se preocupava com aquelas crianças e as suas palavras foram verdadeiras, porém mais do que isso, ele mesmo precisava delas para chamar de família, uma vez que o seu clã não mais estava com ele. Ele deu um sorriso e se aproximou da janela, olhando para a floresta. *
– Não espero que aceitem as minhas palavras e muito menos que entendam a profundidade do que quero lhes passar. Sei que agora devem achar que não precisam de ninguém, porém todos precisam de alguém. Separada, uma gota de água não passa de uma simples gota, porém unidas elas podem formar o oceano.
* Leon sorriu e voltou para perto da sua mesa. Encostou-se nela ficando de frente para os dois. Em seguida respirou fundo. *
– Quando acabarem as suas aulas da manhã, pagarei o almoço de vocês. Isso é, se quiserem. Conheço um ótimo restaurante aqui em Kiri. Vocês tem mais alguma pergunta?
– Ninguém é obrigado a nada em Kiri. Se não quiseres ir ás aulas, ninguém a obrigará. E sim, sei que não tens as condições ideais para lutar, porém nem todos os ninjas se baseiam totalmente no seu físico. Yuki, sei que não tens vontade de se tornar uma kunoichi, porém você deve aprender a se defender. Como já disse, ninguém é obrigado a nada, a vida é cheia de escolhas. A minha escolha foi esta: começar Kiri do zero. Todas aquelas crianças que vocês conheceram hoje, são crianças sem pais. Eu as trouxe para Kiri sem o seus consentimentos e por isso permito que partam assim que desejarem. Porém eu as trouxe para cá, para que tenham uma chance de crescer sabendo se defender e cercadas de gente que pode amá-las. Pessoas que possam chegar a chamar de família.
* Leon sabia que provavelmente o achariam piegas ou até mesmo falso, porém não se importava. Claro que se preocupava com aquelas crianças e as suas palavras foram verdadeiras, porém mais do que isso, ele mesmo precisava delas para chamar de família, uma vez que o seu clã não mais estava com ele. Ele deu um sorriso e se aproximou da janela, olhando para a floresta. *
– Não espero que aceitem as minhas palavras e muito menos que entendam a profundidade do que quero lhes passar. Sei que agora devem achar que não precisam de ninguém, porém todos precisam de alguém. Separada, uma gota de água não passa de uma simples gota, porém unidas elas podem formar o oceano.
* Leon sorriu e voltou para perto da sua mesa. Encostou-se nela ficando de frente para os dois. Em seguida respirou fundo. *
– Quando acabarem as suas aulas da manhã, pagarei o almoço de vocês. Isso é, se quiserem. Conheço um ótimo restaurante aqui em Kiri. Vocês tem mais alguma pergunta?
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Rakugetsu Leon- Shodaime Mizukage

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Re: Hospital de Kiri
Ficara intrigado com as 3 respostas que o Mizukage lhe dera. Como poderiam os poucos familiares estarem mortos quando só uma quantidade ínfima de pessoas sabe como matar elementos do clã e a maioria dos que sabem pertencem ao clã. Leon poderia estar a mentir para o induzir em erro ou talvez até não mas também não se importava muito se estes estivessem vivos ou mortos era algo que não lhe interessava. A resposta quanto ao sangue o jovem estava desconfiado pois não se lembrava de ter sentido qualquer odor a sangue antes de este sair do quarto, então como poderia ele ter as roupas cheias de sangue. Como a resposta fora evasiva preferiu não forçar mais sobre o tema posteriormente tentaria chegar a uma resposta que realmente o convencesse. Os objectos ou presentes de boas vindas como foram chamados eram mais do que aparentemente faziam parecer e o seu verdadeiro uso seria revelado a seu tempo. Com a mão negara o copo de água, enquanto observa o exterior do edifício.
A conversa agora tinha tomado o rumo que Yuki queria, apesar de Ren estar concentrado no exterior do edifício ouvira com atenção tudo o que se passara a seguir. Esta explicara o porque de os dois estarem ali apesar de estar em tempo de aula e aproveitara para fazer algumas questões do seu interesse. Leon respondera às suas questões apesar de em algumas partes a respostas não parecessem assim tão verdadeira mas como Yuki tinha feito anteriormente decidira ficar calado e não se meter. A frase que este pronunciara era muito bonita, mas até que ponto na realidade aquilo poderia realmente acontecer, como teria ele a certeza que poderia confiar a tal ponto nas pessoas a sua volta para aquilo acontecer. Perguntas apareciam de todas as direcções na cabeça do menino. Levantara-se da cama ainda assim mantendo-se encostada a mesma. A proposta de almoço parecia tentadora, mas não sem antes alimentar-se de algum sangue mesmo que este não fosse colhido de uma vítima viva, mesmo que este viesse de uma maldita pílula. Um pouco que a medo não do que ia pedir mas do que Leon pudesse vir a desconfiar dele.
- Mizukage-Sama será que me poderia dispensar umas pílulas de sangue? - A sua voz tinha fluido com o suspiro, seguindo em seguida para a janela que se encontrava por trás do Filho da Lua e observando o que ocorria no exterior.
A conversa agora tinha tomado o rumo que Yuki queria, apesar de Ren estar concentrado no exterior do edifício ouvira com atenção tudo o que se passara a seguir. Esta explicara o porque de os dois estarem ali apesar de estar em tempo de aula e aproveitara para fazer algumas questões do seu interesse. Leon respondera às suas questões apesar de em algumas partes a respostas não parecessem assim tão verdadeira mas como Yuki tinha feito anteriormente decidira ficar calado e não se meter. A frase que este pronunciara era muito bonita, mas até que ponto na realidade aquilo poderia realmente acontecer, como teria ele a certeza que poderia confiar a tal ponto nas pessoas a sua volta para aquilo acontecer. Perguntas apareciam de todas as direcções na cabeça do menino. Levantara-se da cama ainda assim mantendo-se encostada a mesma. A proposta de almoço parecia tentadora, mas não sem antes alimentar-se de algum sangue mesmo que este não fosse colhido de uma vítima viva, mesmo que este viesse de uma maldita pílula. Um pouco que a medo não do que ia pedir mas do que Leon pudesse vir a desconfiar dele.
- Mizukage-Sama será que me poderia dispensar umas pílulas de sangue? - A sua voz tinha fluido com o suspiro, seguindo em seguida para a janela que se encontrava por trás do Filho da Lua e observando o que ocorria no exterior.
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Ren-
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Re: Hospital de Kiri
* Leon respirou fundo e olhou para Ren assim que ele mencionou as pílulas de sangue. O ninja médico havia estudado o corpo do menino antes que ele acordasse e sabia que ele funcionava de forma diferente do corpo humano comum. Agora esse pedido lhe fortalecia uma das possibilidades que havia pensado anteriormente. Ele sorriu enquanto olhava para a janela. *
– Saiba que pílulas de sangue são proibidas de serem vendidas em Kiri, a não ser que me dê um motivo plausível, não poderei lhe ceder nenhuma. Por acaso tens algo que queira me dizer Ren?
* Leon esquecera de Yuki por alguns instantes. Saber mais sobre o único sobrevivente daquela vila se tornara muito interessante para o Mizukage. *
– Se tiver algum problema, precisa me contar para que eu possa lhe ajudar. Teu segredo ficará guardado comigo Ren.
– Saiba que pílulas de sangue são proibidas de serem vendidas em Kiri, a não ser que me dê um motivo plausível, não poderei lhe ceder nenhuma. Por acaso tens algo que queira me dizer Ren?
* Leon esquecera de Yuki por alguns instantes. Saber mais sobre o único sobrevivente daquela vila se tornara muito interessante para o Mizukage. *
– Se tiver algum problema, precisa me contar para que eu possa lhe ajudar. Teu segredo ficará guardado comigo Ren.
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Rakugetsu Leon- Shodaime Mizukage

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Re: Hospital de Kiri
Crianças sem pais... Aquele termo incomodava-a, principalmente porque nem conhecia o conceito de família. Era algo que para si era desnecessário e não admitiria a ninguém que a tratasse como filha ou irmã.
No entanto numa coisa o Mizukage até tinha razão. Tinha que se aprender a defender para poder também defender os seus ideais e principalmente para a deixarem em paz, poderia ser que um dia tivesse o gosto de espancar aquele rude sujeito de falas estranhas que estava presente na academia.
Não tinha mais nada que dizer, pelo menos em frente àquele estranho no qual não confiava minimamente. Deixou-se ficar calada em esperança que Leon a levasse ao sushi, a sua comida preferida. Ah tantas variedades e gostos sem olhar a preço!
Novamente Ren tomara a conversa a seu gosto. O que ele precisava não lhe interessava, mas surpreendeu-se por Leon estar a resistir a esse pedido, tendo ela mesma posse desses mesmos comprimidos para a sua saúde. Preferiu não se meter e saltou da cama para o chão silenciosamente, caindo com graciosidade e avançando para a porta sem hesitação alguma.
-Isso não me interessa nem me diz respeito, vou para a recepção. Até logo Mizukage-sama.
Nisto abriu a porta e avançando fechou-a imediatamente atrás de si, dando um ultimo olhar àquela sala inquisitoriamente. Porém não estava ali a fazer nada e iria atrapalhar a pesquisa de Leon, coisa que nunca lhe passaria pela cabeça fazer.
Passando por corredores sempre iguais e monótonos chegou à recepção onde se deitou e começou a escrivinhar num canto do pergaminho, tinha algo em mente desde à semana que não a largava e precisava de o comprovar. Poderia ser apenas a visão inocente de uma criança sobre o assunto, porém poderia dar um resultado bem maior, vale sempre a pena tentar.
No entanto numa coisa o Mizukage até tinha razão. Tinha que se aprender a defender para poder também defender os seus ideais e principalmente para a deixarem em paz, poderia ser que um dia tivesse o gosto de espancar aquele rude sujeito de falas estranhas que estava presente na academia.
Não tinha mais nada que dizer, pelo menos em frente àquele estranho no qual não confiava minimamente. Deixou-se ficar calada em esperança que Leon a levasse ao sushi, a sua comida preferida. Ah tantas variedades e gostos sem olhar a preço!
Novamente Ren tomara a conversa a seu gosto. O que ele precisava não lhe interessava, mas surpreendeu-se por Leon estar a resistir a esse pedido, tendo ela mesma posse desses mesmos comprimidos para a sua saúde. Preferiu não se meter e saltou da cama para o chão silenciosamente, caindo com graciosidade e avançando para a porta sem hesitação alguma.
-Isso não me interessa nem me diz respeito, vou para a recepção. Até logo Mizukage-sama.
Nisto abriu a porta e avançando fechou-a imediatamente atrás de si, dando um ultimo olhar àquela sala inquisitoriamente. Porém não estava ali a fazer nada e iria atrapalhar a pesquisa de Leon, coisa que nunca lhe passaria pela cabeça fazer.
Passando por corredores sempre iguais e monótonos chegou à recepção onde se deitou e começou a escrivinhar num canto do pergaminho, tinha algo em mente desde à semana que não a largava e precisava de o comprovar. Poderia ser apenas a visão inocente de uma criança sobre o assunto, porém poderia dar um resultado bem maior, vale sempre a pena tentar.
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Yuki-
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Re: Hospital de Kiri
A resposta que recebera não lhe tinha agradado minimamente e tendo em conta a quantidade de tempo que este não se alimentava não era grande ideia irrita-lo pois algo poderia correr mal. Ren tinha-se estado a conter desde que tinha acordado naquele lugar para não matar ninguém a conter os seus instintos de sobrevivência mas não os poderia conter muito mais tempo e se isso deixasse de acontecer até se encontrar saciado haveriam mortes naquele lugar e a culpa seria principalmente da pessoa que se encontrava naquele momento atrás de si. Virou-se reparara que Yuki tinha deixado a sala enquanto este se encontrava perdido nos seus pensamentos, seguindo para a porta.
- Era só por que um dos meus objectivos é ser medic-nin, e as pílulas de sangue seriam um óptimo elemento de estudo e não estava a querer fazer nada de mal com elas como você deu a parecer. Mas sendo que estas são proibidas peço desculpa. - Respondera friamente e de forma calculista não estava disposto a revelar a ninguém o seu clã pelo menos sem ter plena confiança na pessoa em questão.
Saira do gabinete despedindo-se para a recepção, pelo caminho tudo o que preenchia a sua mente era como iria ele arranjar sangue, antes que não tivesse outra solução senão matar alguém antes que desse por isso já se encontrava perto de Yuki que se encontrava deitada. Perguntando de forma simpática.
- Desculpa interromper-te mas tens mais algum sitio onde queiras ir? Ou podemos regressar à academia?
- Era só por que um dos meus objectivos é ser medic-nin, e as pílulas de sangue seriam um óptimo elemento de estudo e não estava a querer fazer nada de mal com elas como você deu a parecer. Mas sendo que estas são proibidas peço desculpa. - Respondera friamente e de forma calculista não estava disposto a revelar a ninguém o seu clã pelo menos sem ter plena confiança na pessoa em questão.
Saira do gabinete despedindo-se para a recepção, pelo caminho tudo o que preenchia a sua mente era como iria ele arranjar sangue, antes que não tivesse outra solução senão matar alguém antes que desse por isso já se encontrava perto de Yuki que se encontrava deitada. Perguntando de forma simpática.
- Desculpa interromper-te mas tens mais algum sitio onde queiras ir? Ou podemos regressar à academia?
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Ren-
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Re: Hospital de Kiri
O dia estava quente e calmo. Uma pequena quantidade de névoa cobria o solo mas era facilmente afastada pelos passos do homem. Aos poucos foram-se aproximando do imponente edifício que era o Hospital de Kiri. O rapaz tinha perguntado quem era o contacto de Lucifer mas este apenas lhe tinha respondido que era “Alguém que certa e completamente saberia a respostas todas”. Aos poucos Lucifer aproximou-se da porta do hospital e abriu-a com cuidado. Fechou-a, atrás das suas costas, de modo a fazer o mínimo som possível. Ao andar pelos corredores as pessoas cumprimentavam-no com muita cortesia e respeito, um gesto que Lucifer repetia enquanto andava em direcção ao balcão principal. Num dos bancos estava deitada a rapariga que lhe tinha deitado Giz para os pés. Lucifer olhou para esta com um sorriso sádico durante alguns momentos e depois seguiu para o balcão. Fez um sinal à enfermeira de serviço e seguiu pelo corredor. Andou por algum tempo até chegar à porta de um consultório. Bateu três vezes e abriu-a entrando de seguida.
Lucifer: Cheguei pai! Está tudo bem contigo neste dia alegre e solarengo?
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Leiam a minha Fic (Brink of Delusion): http://narutorpg.omgforum.net/fanarts-fanfics-f14/brink-of-delusion-t6269.htm

Rakugetsu Lucifer-
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Re: Hospital de Kiri
Pela primeira vez ele estava andando por Kiri. Lucifer o conduzia para o hospital de Kiri, onde dizia ter alguém lá que sabia todas as respostas. Yôken queria ver mesmo se ele sabia todas as respostas de fato. Respostas sobre seu poder. Um poder meio ridículo na sua opinião, e muito fraco comparado aos dos outros também. O garoto caminhava observando tudo. Kiri não era como ele imaginava: sempre frio. O dia estava fazendo calor, apesar de uma pequeníssima névoa cobrir até as suas canelas. A vila estava calma, era de amanhã ainda, talvez durante a hora do almoço ela começasse a se movimentar mais. Já no hospital, pode perceber que a maioria das pessoas ali conhecia Lucifer. Será que ele era tão importante assim? Durante o caminho para o local que Lucifer dizia obter as respostas, pode perceber mais uma anomalia naquela pessoa: ela parecia não querer fazer nenhum barulho, nenhum mesmo. Yôken esboçava um pequeno sorriso. Era a primeira vez que isto acontecia enquanto ele estava nesta vila. A estranheza de Lucifer era algo bom para Yôken, algo que o fazia se divertir. Finalmente eles chegaram. Lucifer bateu na porta para entrar e Yôken escutou ele falado:
- Cheguei pai! Está tudo bem contigo neste dia alegre e solarengo? – Agora ele tinha mais certeza ainda que Lucifer era estranho. Quem nesta vida dizia que o dia estava alegre e solarengo. Solarengo! Que palavra era essa? Ele só podia ser louco mesmo... Rindo internamente Yôken tentou observar quem estava na sala. Ele percebia que era um homem alto também, cabelo negro. Quem seria ele? Yôken estava curioso quanto a isto. Ele se lembra de alguns cabeços negros quando estava no meio da batalha no país dos campos de arroz, seria ele aquele homem?
- Cheguei pai! Está tudo bem contigo neste dia alegre e solarengo? – Agora ele tinha mais certeza ainda que Lucifer era estranho. Quem nesta vida dizia que o dia estava alegre e solarengo. Solarengo! Que palavra era essa? Ele só podia ser louco mesmo... Rindo internamente Yôken tentou observar quem estava na sala. Ele percebia que era um homem alto também, cabelo negro. Quem seria ele? Yôken estava curioso quanto a isto. Ele se lembra de alguns cabeços negros quando estava no meio da batalha no país dos campos de arroz, seria ele aquele homem?

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Data de inscrição: 07/11/2009
Re: Hospital de Kiri
Andando um pouco apressado, Atsuma avançava em direcção ao hospital, escrevendo algo no seu caderno enquanto caminhava parecendo porém às vezes que estava mais a desenhar do que a escrever. Ao chegar à porta do hospital, coloca o calcanhar perto da base da porta e pousa depois o pé, abrindo um pouco a porta, o suficiente para o Kaguya conseguir passar sem usar as mãos, que estavam ocupadas. Recuando uma página, escreveu rapidamente algumas palavrinhas enquanto se dirigia à recepção e mostrou-as depois à enfermeira que lá estava.
A enfermeira acenou afirmativamente, soltando uma pequena risada e apontando na direcção de um corredor. Porém, agora que sabia em qual corredor o Mizukage estava podia sempre esperar ali, a alguma hora ele teria que ir almoçar. Reparou então, que estavam ali duas pessoas do seu dormitório, aquela rapariga que o acordara 2 vezes e outro que ainda não tinha feito algo significativo para lhe chamar a atenção. Passou a mão pela franja, fazendo-a abanar um pouco, continuando porém a esconder a sua tatuagem na testa. Queria meter "conversa" com aquelas pessoas mas não sabia bem como, visto que tinha vivido toda a sua vida exilado do mundo, apenas a viajar com uma pessoa, evitando maior parte das vezes aldeias por hábito de seu mestre. Sem ter reparado, estava a olhar directamente para a rapariga com o seu ar apático, o que podia ser mal interpretado.
O Rakugetsu-san está por aí?
A enfermeira acenou afirmativamente, soltando uma pequena risada e apontando na direcção de um corredor. Porém, agora que sabia em qual corredor o Mizukage estava podia sempre esperar ali, a alguma hora ele teria que ir almoçar. Reparou então, que estavam ali duas pessoas do seu dormitório, aquela rapariga que o acordara 2 vezes e outro que ainda não tinha feito algo significativo para lhe chamar a atenção. Passou a mão pela franja, fazendo-a abanar um pouco, continuando porém a esconder a sua tatuagem na testa. Queria meter "conversa" com aquelas pessoas mas não sabia bem como, visto que tinha vivido toda a sua vida exilado do mundo, apenas a viajar com uma pessoa, evitando maior parte das vezes aldeias por hábito de seu mestre. Sem ter reparado, estava a olhar directamente para a rapariga com o seu ar apático, o que podia ser mal interpretado.
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Kaguya Atsuma-
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Re: Hospital de Kiri
Hope limitara-se a seguir o rapaz, uma vez que não conhecia Kiri e que não tinha a mínima ideia de onde se situava o hospital, contudo Atsuma parecia saber até porque não demoraram muito a lá chegar. Uma vez dentro do edifício o rapaz de cabelo branco perguntou por Leon na recepção ao que lhe disseram que o encontraria no corredor mais adiante. O rapaz no entanto em vez de se dirigir ao seu encontro pareceu preferir esperar ficando especado a olhar para um dos bancos. Hope seguiu-lhe o olhar e reparou que, tanto Yuki como o outro rapaz cujo nome ainda lhe era desconhecido se encontravam lá. Yuki estava deitada sobre o assento a escrevinhar num pergaminho e foi a esta que este se dirigiu.
- Humm, tu és a rapariga de hoje, certo? – Perguntou timidamente. – Yuki, não é? O meu nome é Hope, e este é o Atsuma. – Sorriu e depois voltou-se para o outro rapaz. – E tu és…? – Não terminou a pergunta esperando que ele se apresentasse.

Hope-
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Re: Hospital de Kiri
Aquele lugar estava a ficar muito populado, demasiado populado para o seu gosto. Sem falar que aquelas companhias não lhe agradavam minimamente. Perguntava-se porque raio toda a gente teve a mesma ideia naquela turma. Para a próxima iria passear para outro local sozinha, pois ali já não conseguia pensar nem desenvolver a sua teoria.
Rasgou a ponta do pergaminho colocando-o numa bolsa que trazia consigo e enrolou o restante para o entregar em aula sentando-se logo em seguida. Observou os dois rapazes recém chegados ao hospital, o segundo chegara atrasado à aula e o outro não falava, o que poderia querer daquela gente? O tal de Hope parecia-lhe demasiado cordial, não era mau de todo mas não queria cá simpatias com estranhos. Olhou-o nos seus olhos azuis, desviando-se por vezes ao espreitar de esguelha para o outro que olhara para si com um ar de parvo.
- Sim, Yuki. Deveria responder prazer? Suponho que tenham o que fazer aqui e não vieram para ficar de conversa. - Sem esperar resposta virou-se para Ren respondendo-lhe também. - Gostava de voltar para a Academia, se não quiseres vou sozinha. Sempre conseguiste o que querias?
Provavelmente a resposta seria não, era de Leon que se estava a falar. Porém podia aproveitar e tirar vantagem da situação o que lhe agradava bastante. O rapaz não lhe parecera estúpido e de certo teria algo de transcendente para ter sido salvo pelo Mizukage. Mas isso era algo que não sabia, nem sabia de si mesma quanto mais dos poderes dos outros. Intrigava-a mas não era o suficiente para fuçar nos assuntos de Leon, portanto Yuki faria os seus movimentos discretamente ao tom de uma inocente criança da sua idade.
Rasgou a ponta do pergaminho colocando-o numa bolsa que trazia consigo e enrolou o restante para o entregar em aula sentando-se logo em seguida. Observou os dois rapazes recém chegados ao hospital, o segundo chegara atrasado à aula e o outro não falava, o que poderia querer daquela gente? O tal de Hope parecia-lhe demasiado cordial, não era mau de todo mas não queria cá simpatias com estranhos. Olhou-o nos seus olhos azuis, desviando-se por vezes ao espreitar de esguelha para o outro que olhara para si com um ar de parvo.
- Sim, Yuki. Deveria responder prazer? Suponho que tenham o que fazer aqui e não vieram para ficar de conversa. - Sem esperar resposta virou-se para Ren respondendo-lhe também. - Gostava de voltar para a Academia, se não quiseres vou sozinha. Sempre conseguiste o que querias?
Provavelmente a resposta seria não, era de Leon que se estava a falar. Porém podia aproveitar e tirar vantagem da situação o que lhe agradava bastante. O rapaz não lhe parecera estúpido e de certo teria algo de transcendente para ter sido salvo pelo Mizukage. Mas isso era algo que não sabia, nem sabia de si mesma quanto mais dos poderes dos outros. Intrigava-a mas não era o suficiente para fuçar nos assuntos de Leon, portanto Yuki faria os seus movimentos discretamente ao tom de uma inocente criança da sua idade.
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Yuki-
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Data de inscrição: 03/04/2009
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Re: Hospital de Kiri
*Leon ouviu as palavras de Ren em silêncio. Sabia que aquele papo era uma desculpa, porém não tinha como convencer o menino a falar a verdade. Somente o tempo poderia fazer isso. Ele sorriu e acenou para o menino que foi para a recepção. Não demorou muito para que ele ouvisse uma batida na porta, era Lucifer o qual ele saudou com um sorriso. *
– Esta tudo bem hoje. E contigo? Vejo que trouxe companhia. Ajeitem-se nas camas. Yoken, não é mesmo? O que os trás aqui ?
* Leon estava sentado na sua cadeira atrás da sua mesa. Pegou lentamente o copo de água sobre a mesa e o levou á boca, tomando um longo e prazeroso gole. Em seguida o repousou sobre a mesa e sorriu. *
– Aceitam um como de água?
– Esta tudo bem hoje. E contigo? Vejo que trouxe companhia. Ajeitem-se nas camas. Yoken, não é mesmo? O que os trás aqui ?
* Leon estava sentado na sua cadeira atrás da sua mesa. Pegou lentamente o copo de água sobre a mesa e o levou á boca, tomando um longo e prazeroso gole. Em seguida o repousou sobre a mesa e sorriu. *
– Aceitam um como de água?
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Data de inscrição: 22/10/2008
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Re: Hospital de Kiri
Precisava de sair daquele hospital, tanta gente à sua volta estava a tornar penoso cada momento passado naquele local. Continuar a resistir aos seus próprios instintos de sobrevivência era cada vez mais complicado. Enquanto aguardava uma resposta de Yuki tinha-se encostando à parede mais próxima fechando os olhos. Mesmo antes de esta responder-lhe foram abordados por dois dos outros alunos um que chegara atrasado e não resolvera o exercício anterior e outro que ainda não tinha ouvido falar e que no exercício anterior não apresentara ter grande inteligência. Sendo que dirigiram-se a ele pouco depois de uma forma que não lhe agradara. Encarando os recém chegados.
- Sim? Porque estás tão interessado no meu nome? Mas se isso te interessa assim tanto eu concedo-te esse desejo, chamo-me Ren. - Sem perder tempo respondera a Yuki - Não, não consegui o que desejava e sim acompanho-te até à academia.
Desencostara-se da parede seguindo lentamente até a porta. Voltando a cabeça para trás para os observar. Antes de chegar a porta já os seus olhos começavam a manifestar a elevada luminosidade. A sua sorte não estava pelo melhor, o dia estava demasiado limpo para o seu gosto, preferia que este estivesse nublado facilitando assim as coisas. Abrira a porta com a sua mão esquerda passando assim através desta esperando por Yuki no exterior do edifício.
- Sim? Porque estás tão interessado no meu nome? Mas se isso te interessa assim tanto eu concedo-te esse desejo, chamo-me Ren. - Sem perder tempo respondera a Yuki - Não, não consegui o que desejava e sim acompanho-te até à academia.
Desencostara-se da parede seguindo lentamente até a porta. Voltando a cabeça para trás para os observar. Antes de chegar a porta já os seus olhos começavam a manifestar a elevada luminosidade. A sua sorte não estava pelo melhor, o dia estava demasiado limpo para o seu gosto, preferia que este estivesse nublado facilitando assim as coisas. Abrira a porta com a sua mão esquerda passando assim através desta esperando por Yuki no exterior do edifício.
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Re: Hospital de Kiri
Yôken entrara no gabinete em que Lucifer o levara. O tal homem parecia conhecer Yôken, pois numa parte da conversa disse: ”Yôken, não é mesmo? Quem era ele? Será que realmente ele poderia ser aquela pessoa de cabelos negros do país dos campos de arroz? Pelo visto era quase certeza disto. As condições para que isto acontecesse estavam positivas. Primeiro, os cabeços negros, depois a altura do homem parecia-lhe familiar, e agora isto.
- Como sabes meu nome? – Perguntava num tom de voz sério. Alguém que ele nunca viu na vida, ou pelo menos ele achava que nunca viu, saber seu nome podia ser algo ruim. Ele poderia estar tentando lhe matar, lhe seqüestrar ou qualquer outra coisa do tipo. O garoto não se sentou nas camas que o homem indicara. Primeiramente ele queria obter uma resposta a sua pergunta, antes de saber se deveria ou não confiar no tal homem. Ele, pelo visto, não parecia preocupado nem nada disto, tomava sua água calmamente, e os oferecia educadamente. O garoto continuou a não responder. Aquela água poderia estar envenenada. Poderia conter qualquer tipo de substancia que causaria a morte de Yôken. Será que Lucifer era um espião? Um inimigo? Isso explicaria seu jeito meu problemático. Talvez ele não quisesse ser espião. Mais ainda, talvez ele não quisesse matar Yôken, mas aquele homem sim, e ainda podia estar com a família de Yôken, fazendo com que ele tivesse que ajudá-lo se não sua família morreria.
Seus pensamentos viajavam na tentativa de saber quem era aquele homem. Logo, não percebia mais nada do ambiente. Seu foco era somente aquele homem. Se havia qualquer outra coisa suspeita, Yôken não reparou, apenas ficou ali, de pé, esperando uma resposta a sua pergunta.
- Como sabes meu nome? – Perguntava num tom de voz sério. Alguém que ele nunca viu na vida, ou pelo menos ele achava que nunca viu, saber seu nome podia ser algo ruim. Ele poderia estar tentando lhe matar, lhe seqüestrar ou qualquer outra coisa do tipo. O garoto não se sentou nas camas que o homem indicara. Primeiramente ele queria obter uma resposta a sua pergunta, antes de saber se deveria ou não confiar no tal homem. Ele, pelo visto, não parecia preocupado nem nada disto, tomava sua água calmamente, e os oferecia educadamente. O garoto continuou a não responder. Aquela água poderia estar envenenada. Poderia conter qualquer tipo de substancia que causaria a morte de Yôken. Será que Lucifer era um espião? Um inimigo? Isso explicaria seu jeito meu problemático. Talvez ele não quisesse ser espião. Mais ainda, talvez ele não quisesse matar Yôken, mas aquele homem sim, e ainda podia estar com a família de Yôken, fazendo com que ele tivesse que ajudá-lo se não sua família morreria.
Seus pensamentos viajavam na tentativa de saber quem era aquele homem. Logo, não percebia mais nada do ambiente. Seu foco era somente aquele homem. Se havia qualquer outra coisa suspeita, Yôken não reparou, apenas ficou ali, de pé, esperando uma resposta a sua pergunta.

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Data de inscrição: 07/11/2009
Re: Hospital de Kiri
* Leon terminou de tomar o seu gole de água enquanto o menino o encarava. Já era de se esperar que alguns deles agissem dessa forma. Le baixou o copo e o colocou ao lado as jarra, sobre a bandeja prateada. Apesar do vidro tocar o metal, nenhum som pode ser ouvido. Sua voz era calma e pacífica. *
– Me chamo Rakugetsu Leon e sou o Mizukage. Sei teu nome por que te conheço , uma dedução bem simples. Acredito que a sua pergunta fosse: por que eu te conheço. A resposta para isso seria: pois salvei-te da morte. É uma longa história e acredito que não tenham muito tempo para o final do trabalho de vocês.
* Leon se levantou e foi até a janela. Respirou fundo e se virou para dentro da sala, olhando para os dois presentes. *
– Me desculpem, mas não posso ajudá-los. Não tenho autorização do Asayake-san para fazer o trabalho para vocês.
– Me chamo Rakugetsu Leon e sou o Mizukage. Sei teu nome por que te conheço , uma dedução bem simples. Acredito que a sua pergunta fosse: por que eu te conheço. A resposta para isso seria: pois salvei-te da morte. É uma longa história e acredito que não tenham muito tempo para o final do trabalho de vocês.
* Leon se levantou e foi até a janela. Respirou fundo e se virou para dentro da sala, olhando para os dois presentes. *
– Me desculpem, mas não posso ajudá-los. Não tenho autorização do Asayake-san para fazer o trabalho para vocês.
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"Sozinha, uma gota d'água não passa de uma gota d'água. Porém quando unidas, podem formar o oceano."
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Rakugetsu Leon- Shodaime Mizukage

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Re: Hospital de Kiri
Lucifer estava a fazer força para aguentar o riso com a falta de confiança do rapaz nas outras pessoas. Calmamente Lucifer ouve o pai a responder. Já esperava a resposta e já tinha preparado uma contra-resposta ao nível certo. Deu uns passos à frente e agarrou num copo de água. A água estava fresca, demasiado fresca até para o seu gosto mas Lúcifer bebeu-a na mesma. Pousou o copo na mesa, outra vez sem fazer algum som, e olhou nos olhos do pai. Como sempre o homem estava calmo e sério.
Lucifer: Eu também não quero as respostas pai. Eu não preciso daquilo. Eu vim cá com o pequeno infante para que tu o ajudasses a ele com informações sobre ti, mais nada. Alem disso, devias diminuir o limão na água, fica demasiado fria.
Lúcifer levanta os braços e um pequeno vapor prateado começa a sair das suas mãos. Ele junta-as criando um pequeno bloco que coloca em cima da secretária do pai.
Lucifer: Isso ai é para me fazeres um arco. Se conseguires isto é. Bom trata lá dos assuntos com o miúdo. Ele precisa das respostas ok papa?
Lucifer: Eu também não quero as respostas pai. Eu não preciso daquilo. Eu vim cá com o pequeno infante para que tu o ajudasses a ele com informações sobre ti, mais nada. Alem disso, devias diminuir o limão na água, fica demasiado fria.
Lúcifer levanta os braços e um pequeno vapor prateado começa a sair das suas mãos. Ele junta-as criando um pequeno bloco que coloca em cima da secretária do pai.
Lucifer: Isso ai é para me fazeres um arco. Se conseguires isto é. Bom trata lá dos assuntos com o miúdo. Ele precisa das respostas ok papa?
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Leiam a minha Fic (Brink of Delusion): http://narutorpg.omgforum.net/fanarts-fanfics-f14/brink-of-delusion-t6269.htm

Rakugetsu Lucifer-
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Re: Hospital de Kiri
Desconfiança. Esta isto que Yôken sentia naquela sala. Ele era realmente muito desconfiado, mas depois das palavras de Leon, tudo fez sentido. Então, de fato, era ele quem salvara a sua vida. Aquele homem, ele deveria ser bem poderoso para ser o Mizukage, pois pelo que ele sabia, somente o ninja mais forte da vila tinha este título. Ele tinha tantas perguntas, mas não tinha tempo para perguntá-las agora. Ele gostaria de ser mais forte, de ter o poder de parar o tempo, e assim, conseguir obter todas as respostas sem perder tempo. Leon não podia ajudá-los, foram estas as suas palavras. Se ele não pudesse ajudar, quem ajudaria? Ele não conhecia mais ninguém naquela vila. Logo Lucifer respondeu pedindo para que Leon ajudasse Yôken e uma oura coisa também, pedia para que fizesse um arco para ele, mas o modo que ele pediu, algo prateado surgiu de sua mão, o que era aquilo? Com certeza ele não era uma pessoa comum...
- Obrigado Leon-sama. – Yôken falou pela segunda vez naquele gabinete. Ele tinha que agradecer por Leon ter salvado a sua vida. Ele não queria lhe matar como pensara antes, pois se quisesse, não o teria salvado. Ele encarava Leon, olhando para seus olhos, tentando ver o que se passava dentro da sua cabeça, mesmo sendo inútil. O garoto ainda se encontrava de pé. Mesmo com o pedido de Lucifer para Leon responder as perguntas de Yôken, o garoto não sabia se tinha realmente permissão de perguntar, mas não querendo ficar quieto quando podia obter respostar ele logo falou:
- Leon-sama. Sei que não pode responder as minhas perguntas, mas como disse, o tempo já está se esgotando. Só queria que me ajudasse, seja com as perguntas referentes a aula, ou com as perguntas que tenho sobre mim mesmo... Será que não poderia me ajudar com os dois? Preciso tanto de um como de outro... Se puderes... Precisava saber mais sobre o páis da água e quem o comanda, sobre os ninjas, chakra, e sobre o dia a dia da vila. Creio que saiba de tudo isto, se puder compartilhar comigo... – Realmente, dava-se para notar a verdade em sua voz. Ela havia mudado totalmente, do tom sério da primeira vez que falara, para o tom calmo e tranqüilo que utilizara agora. Só restava saber se Leon lhe ajudaria com qualquer uma das suas perguntas.
- Obrigado Leon-sama. – Yôken falou pela segunda vez naquele gabinete. Ele tinha que agradecer por Leon ter salvado a sua vida. Ele não queria lhe matar como pensara antes, pois se quisesse, não o teria salvado. Ele encarava Leon, olhando para seus olhos, tentando ver o que se passava dentro da sua cabeça, mesmo sendo inútil. O garoto ainda se encontrava de pé. Mesmo com o pedido de Lucifer para Leon responder as perguntas de Yôken, o garoto não sabia se tinha realmente permissão de perguntar, mas não querendo ficar quieto quando podia obter respostar ele logo falou:
- Leon-sama. Sei que não pode responder as minhas perguntas, mas como disse, o tempo já está se esgotando. Só queria que me ajudasse, seja com as perguntas referentes a aula, ou com as perguntas que tenho sobre mim mesmo... Será que não poderia me ajudar com os dois? Preciso tanto de um como de outro... Se puderes... Precisava saber mais sobre o páis da água e quem o comanda, sobre os ninjas, chakra, e sobre o dia a dia da vila. Creio que saiba de tudo isto, se puder compartilhar comigo... – Realmente, dava-se para notar a verdade em sua voz. Ela havia mudado totalmente, do tom sério da primeira vez que falara, para o tom calmo e tranqüilo que utilizara agora. Só restava saber se Leon lhe ajudaria com qualquer uma das suas perguntas.

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Data de inscrição: 07/11/2009
Re: Hospital de Kiri
Vendo que o Mizukage parecia não querer sair da sala médica, Atsuma decidiu avançar, parando de olhar para Yuki e avançando pelo corredor que a enfermeira lhe tinha indicado, até ter chegado à sala que tinha a porta fechada mas que se conseguia ouvir a voz do Mizukage de dentro da sala. Batendo à porta 3 vezes com pouca força, Atsuma abriu-a de seguida metendo a cabeça para dentro, mostrando que era ele. Depois entrou, não dando nenhuma atenção às duas pessoas que estavam com Leon, dirigiu-se a este, rasgando uma folha do caderno, dobrando-a e entregando-a ao Mizukage, fazendo depois uma pequena vénia e saindo rapidamente da sala médica. No bilhete poderia ser lido.
Rabiscando o caderno no caminho de volta, tendo atenção para não ir contra nenhuma enfermeira ou doente. Rapidamente chegou novamente ao pé de Hope, mostrando-lhe o que tinha escrito no caderno, mantendo sempre o seu ar apático.
Pague-me o almoço se faz favor Rakugetsu-sama.
Rabiscando o caderno no caminho de volta, tendo atenção para não ir contra nenhuma enfermeira ou doente. Rapidamente chegou novamente ao pé de Hope, mostrando-lhe o que tinha escrito no caderno, mantendo sempre o seu ar apático.
O Mizukage está ocupado, tentamos de novo à hora de almoço.
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Kaguya Atsuma-
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Re: Hospital de Kiri
* Leon analisou a atitude de Lucifer sem nenhum comentário ou esboço de reação. De todos que haviam entrado até aquele momento, ele fora o mais esnobe e metido. Seus olhos azuis fitaram o seu filho até que ele lançou um artefato prateado em cima da sua mesa e o deu a tarefa de criar um arco para ele. Leon o fuzilou com o olhar, como se olhasse para alguém que mataria em poucos segundos. Sua voz era forte e imponente, típica de um pai irritado com as atitudes do seu filho. *
– Melhor você se retirar, Rakugetsu Lúcifer. Tens cinco segundos para isso. E leve essa tralha prateada contigo, tenho mais o que fazer além de ficar criando coisas para ti. Teremos uma conversinha mais séria depois.
“Só por que tem amiguinhos novos, fica se gabando. Prometo dar-lhe uma lição se isso se repetir.”
* Leon respirou fundo e se serviu de um pouco mais de água. Em seguida se virou para Yôken com o costumeiro sorriso. Sua voz havia retornado ao normal, suave e calma. *
– Como eu já lhe disse, Yôken, essas respostas não posso lhe dar. Vá para este local que achará as respostas.
* Leon pegou uma folha sulfite e em alguns segundos desenhou um detalhado mapa de Kiri. Em seguida concentrou chakra na mão e desenhou um circulo sobre uma das construções. Assim que o chakra sumiu, ele apoiou o papel na mesa, virando-o para o aluno.*
– Este é o centro cultural. Deve achar tudo o que procura lá. Boa sorte. Posso lhe responder mais perguntas á noite. Levo-te e mais um aluno para um jantar num ótimo restaurante. Depois da aula noturna, me encontre na frente do centro cultural.
* Assim que acabou de falar, Atsuma entrou no recinto e lhe escreveu uma mensagem e saiu da sala. Leon a leu e desatou a dar risada. Sabia do problema vocal do menino, porém era espantoso como ele sempre aparecia quando Leon oferecia algo a alguém. Atsuma era um dos seus protegidos por quem mais tinha afeição, mesmo que suas atitudes muitas vezes fossem estranhas. *
– Melhor você se retirar, Rakugetsu Lúcifer. Tens cinco segundos para isso. E leve essa tralha prateada contigo, tenho mais o que fazer além de ficar criando coisas para ti. Teremos uma conversinha mais séria depois.
“Só por que tem amiguinhos novos, fica se gabando. Prometo dar-lhe uma lição se isso se repetir.”
* Leon respirou fundo e se serviu de um pouco mais de água. Em seguida se virou para Yôken com o costumeiro sorriso. Sua voz havia retornado ao normal, suave e calma. *
– Como eu já lhe disse, Yôken, essas respostas não posso lhe dar. Vá para este local que achará as respostas.
* Leon pegou uma folha sulfite e em alguns segundos desenhou um detalhado mapa de Kiri. Em seguida concentrou chakra na mão e desenhou um circulo sobre uma das construções. Assim que o chakra sumiu, ele apoiou o papel na mesa, virando-o para o aluno.*
– Este é o centro cultural. Deve achar tudo o que procura lá. Boa sorte. Posso lhe responder mais perguntas á noite. Levo-te e mais um aluno para um jantar num ótimo restaurante. Depois da aula noturna, me encontre na frente do centro cultural.
* Assim que acabou de falar, Atsuma entrou no recinto e lhe escreveu uma mensagem e saiu da sala. Leon a leu e desatou a dar risada. Sabia do problema vocal do menino, porém era espantoso como ele sempre aparecia quando Leon oferecia algo a alguém. Atsuma era um dos seus protegidos por quem mais tinha afeição, mesmo que suas atitudes muitas vezes fossem estranhas. *
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Rakugetsu Leon- Shodaime Mizukage

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Re: Hospital de Kiri
Ere fato que Leon não poderia ajudá-lo. Mas isto não era um problema tão grande agora que ele havia lhe dado uma dica de onde encontrar as respostas. Ele desenhara um mapa detalhado de Kiri. Aquilo seria muito útil, seja para procurar o que ele precisava encontrar, ou para conhecer Kiri melhor. No mapa, ele circulou o centro cultural. Era ali que deveria ter todas as respostas. E por fim, Leon o convidou para jantar e para responder as suas perguntas. Yôken sorriu, Leon parecia saber de todas as respostas, ele era incrível.
- Bom, Obrigado então Leon-sama. Irei procurar as respostas no centro cultural, obrigado. – E Yôken se dirigiu à porta. Quando ia abrir, outra pessoa abriu e entrou na sala, rapidamente. O garoto não tinha tempo para ver quem era, já que o tempo para achar estas respostas estava acabando. Finalmente, encontrou Lucifer do lado de fora da sala. Ele olhou para ele e falou.
- Vamos ao centro cultural, Leon-sama me disse que encontrarei todas as respostas lá. Ele me deu um mapa também. Podemos ir, ou quer ficar para conversar com o Leon-sama e depois nos encontramos? – Yôken perguntava a Lucifer, querendo saber o que iriam fazer agora.
- Bom, Obrigado então Leon-sama. Irei procurar as respostas no centro cultural, obrigado. – E Yôken se dirigiu à porta. Quando ia abrir, outra pessoa abriu e entrou na sala, rapidamente. O garoto não tinha tempo para ver quem era, já que o tempo para achar estas respostas estava acabando. Finalmente, encontrou Lucifer do lado de fora da sala. Ele olhou para ele e falou.
- Vamos ao centro cultural, Leon-sama me disse que encontrarei todas as respostas lá. Ele me deu um mapa também. Podemos ir, ou quer ficar para conversar com o Leon-sama e depois nos encontramos? – Yôken perguntava a Lucifer, querendo saber o que iriam fazer agora.

Yôken- Número de Mensagens: 69
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Data de inscrição: 07/11/2009
Re: Hospital de Kiri
Tanto a rapariga como o outro rapaz… Ambos rudes de narizes empinados. Foi a ideia com que ele ficou deles. Não tivera nem tempo de responder a Ren já eles lhe tinham voltado as costas e saído do edifício. Uma coisa era certa, deles não podia esperar nada, mas também não lhe fazia diferença. Olhou em volta e reparou que Atsuma tinha desaparecido, aparecendo alguns minutos depois com o caderno. Hope leu silenciosamente e de seguida respondeu-lhe:
- Por mim tudo bem. – Respirou fundo e de seguida num suspirou soltou um desabafo. – Não gostei nada daqueles dois. Acho que não merecia que me respondessem com duas pedras na mão… Não fui antipático com eles, mas ok… Regressamos a Delfos? – Perguntou fitando o rapaz com um sorriso. Os seus olhos tinham mudado de cor a seguir ao comentário. Onde outrora se encontravam azuis estavam agora verdes. Era algo que o rapaz não tinha consciência quando ou como acontecia mas a sua melhor aposta seria que eles mudavam de cor consoante os seus sentimentos e emoções.

Hope-
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Data de inscrição: 13/11/2008
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